Quem somos

A Clave na Mão nasceu da vontade dos seus fundadores, Sérgio Machado Letria e Márcia Lessa, em trabalhar na área da música, que gostam de ouvir e de dar a conhecer.

Em abril de 2019, depois de várias conversas sobre a possibilidade de avançarem com a criação de uma agência e produtora, e depois de identificadas algumas das dificuldades que os músicos enfrentam no processo de dar a conhecer o seu trabalho e de gestão dos passos burocráticos associados à actividade artística, deram o passo necessário e nascia a Clave na Mão. 

De então para cá, atravessando um período muito difícil por via da pandemia de Covid-19, a Clave foi crescendo, aumentando o número de músicos no seu catálogo e produzindo diferentes festivais de jazz. Em todo este processo foi sendo cada vez mais clara a vontade de associar ao trabalho de agenciamento a necessidade de incluir nas suas produções próprias um diálogo com diferentes linguagens artísticas e a importância de trabalhar para a criação de públicos. Por isso, nos seus festivais encontram-se habitualmente concertos para públicos mais jovens ou ofertas formativas para públicos dos locais onde se realizam os festivais. Porque só dando a conhecer o jazz, a música, será possível desmistificar alguns preconceitos que ainda hoje existem, os do elitismo ou de ser uma música difícil, associados ao jazz. Num país que assiste ao aparecimento de gerações sucessivas de grandes músicos, o trabalho de abrir espaço para poderem tocar, de lhes permitir o acesso a palcos de festivais ou de auditórios de todo o país, é fundamental para que cresçam e encontrem espaço para continuarem a tocar ou a crescer.

Também para isso nasceu a Clave na Mão.

A partir deste mês de junho de 2026, a Clave na Mão assumir-se-á quase em exclusivo como produtora na área da música, passando o seu catálogo a ser agenciado por Márcia Lessa, através da agência criada para esse efeito: a Lessa is More. A dupla Sérgio e Márcia continuará, através da Clave, a assumir a produção e curadoria dos dois Festivais que conceberam desde a primeira edição, em parceria com o Município de Oeiras e Fundão, respectivamente: O Festival Internacional de Jazz de Oeiras e o MOAZZ – Ciclo de Jazz de Fundão.

No catálogo da Clave na mão, irão manter-se apenas dois projectos especiais: Tcheka & Mário Laginha e o espectáculo de encontro entre poesia e música, Poezz.

Com esta alteração, a Clave na Mão centrar-se-á em dar continuidade aos festivais que produz e na concepção e criação de outras novas produções, que tenham o jazz como foco central, sem perder de vista as preocupações que sempre nortearam o seu trabalho, a da criação de públicos, preocupação fundamental para uma política cultural aberta e plural, e o diálogo entre música e outras linguagens artísticas, como a literatura e a ilustração.

O futuro, esse, continua aí, bem como o nosso compromisso inabalável com a música, com o jazz, com a cultura.

Venham connosco!

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